CBI - Centro Brasileiro de Imunoterapia
Imunoterapia sublingual bacteriana para Infecções Respiratórias

Seu filho vive entre sinusite, otite, garganta inflamada e antibiótico?

Infecções respiratórias de repetição não tiram apenas dias de escola. Elas roubam rotina, sono, trabalho dos pais, natação, viagens e a tranquilidade da família inteira.

Avaliação médica especializada para crianças e pacientes com infecções de ouvido, nariz e garganta que se repetem ao longo do ano.

Faltas na escola

A criança perde aula, prova, rotina e convivência.

Pais faltando ao trabalho

Reuniões canceladas, agenda quebrada e produtividade perdida.

Antibióticos repetidos

O remédio resolve a crise, mas ela volta poucas semanas depois.

Infância limitada

Natação, piscina, festa e viagem viram motivo de medo.

O problema real

Não é “só uma garganta inflamada”. É uma família inteira vivendo em alerta.

Toda família com uma criança que vive doente conhece esse roteiro: começa com o nariz escorrendo, depois vem a tosse, a dor de garganta, a febre, a ida ao pronto atendimento e mais uma interrupção da rotina.

A mochila fica pronta, mas a criança não vai para a escola.

A roupa da natação está separada, mas ela não entra na piscina.

A mãe tem uma reunião importante, mas acorda com o filho febril.

O pai planeja uma viagem, mas na véspera aparece dor no ouvido.

A família começa a organizar a vida não pelo que quer viver, mas pelo medo da próxima infecção.

Isso não deveria ser tratado como normal quando se repete várias vezes ao ano.

A virada de chave

Tratar a crise é importante. Mas entender por que ela volta muda o jogo.

O tratamento não deve se limitar a escolher o próximo antibiótico. Quando a criança repete sinusite, otite, faringite ou amigdalite, o raciocínio precisa sair do improviso e entrar em prevenção.

1

O antibiótico trata o episódio

Quando há indicação, ele pode ser necessário. Mas ele não explica por que aquela criança está precisando de tantos ciclos ao longo do ano.

2

A repetição mostra um padrão

Infecções recorrentes podem refletir falhas na defesa das mucosas respiratórias, especialmente em ouvido, nariz, garganta e vias aéreas.

3

A imunoterapia atua na prevenção

A proposta é modular a resposta imunológica das mucosas para reduzir frequência, intensidade e dependência de tratamentos de crise.

Sinusites que voltam várias vezes ao ano.
Otites recorrentes e dor de ouvido de repetição.
Faringites e amigdalites frequentes.
Uso repetido de antibióticos e pronto atendimento.
Criança que falta muito à escola por infecção respiratória.
Famílias que já ouviram muitas vezes: “isso é normal da idade”.
Para quem é

Para crianças e pacientes que vivem em ciclo de melhora curta e recaída.

Existe uma fase da infância em que adoecer algumas vezes pode ser esperado. Mas viver alternando sinusite, garganta, otite, febre, secreção e antibiótico não deve ser banalizado.

Quando o padrão se repete, ele precisa ser investigado com lógica médica e imunológica.

Evidência científica

O que os estudos mostram sobre imunoterapia sublingual bacteriana

Estudos clínicos e de vida real mostram redução expressiva de infecções respiratórias recorrentes, episódios de ouvido, nariz e garganta, uso de antibióticos e crises respiratórias em pacientes selecionados.

70%+
Menos episódios em crianças

Em estudo de vida real com MV130, crianças tiveram redução superior a 70% nos episódios infecciosos anuais.

80%+
Menos antibióticos

O mesmo estudo observou queda superior a 80% nos cursos de antibióticos em crianças e adultos.

89,8%
Redução em 24 meses

Estudo brasileiro com imunoterapia sublingual bacteriana mostrou redução progressiva de infecções de ouvido, nariz e garganta.

82%
Menos cirurgia em amigdalite

Em adultos candidatos à amigdalectomia, 82% dos tratados com imunoterapia associada evitaram a cirurgia.

O método

Como a imunoterapia sublingual pode ajudar

A imunoterapia sublingual é aplicada embaixo da língua e busca estimular mecanismos de defesa das mucosas, especialmente nas vias respiratórias. Não é antibiótico preventivo, xarope, vitamina ou tentativa genérica de “aumentar a imunidade”. É uma estratégia médica de imunomodulação.

Etapa 1

Avaliação do padrão

Entendemos frequência, tipo de infecção, histórico de antibióticos, escola, natação, crises e impacto familiar.

Etapa 2

Indicação individual

O médico avalia se o perfil do paciente faz sentido para imunoterapia sublingual e se há necessidade de investigação complementar.

Etapa 3

Plano preventivo

Quando indicada, a imunoterapia é inserida em uma estratégia de acompanhamento para reduzir o ciclo de repetição.

O que não é normal

Criança fica doente. Mas viver doente é outra história.

Normal é adoecer de vez em quando. Não é passar o ano inteiro alternando otite, garganta inflamada, sinusite, febre e antibiótico.

Não é normal a criança faltar à escola repetidamente por infecções respiratórias.

Não é normal a família ter medo de natação, piscina, viagem ou festa.

Não é normal a casa inteira já saber o roteiro quando começa uma dor de garganta.

Não é normal tratar cada crise como se ela não tivesse relação com a anterior.

A repetição é uma mensagem. E essa mensagem precisa ser investigada.
Antes e depois

Quando o tratamento funciona, a mudança aparece na rotina

Antes

  • A criança melhora alguns dias e logo adoece de novo.
  • A família vive remarcando trabalho, escola, viagens e atividades.
  • Antibióticos se tornam frequentes demais.
  • A natação e a piscina viram motivo de culpa ou medo.
  • Os pais vivem esperando a próxima ligação da escola.

Depois

  • Mais semanas seguidas sem febre, secreção ou dor.
  • Menos faltas na escola e menos interrupções na rotina dos pais.
  • Menor dependência de pronto atendimento e tratamentos de crise.
  • Mais segurança para esporte, natação, piscina e compromissos.
  • Uma casa que sai do modo alerta e volta a respirar.
CBI

Um centro focado em imunidade e infecções recorrentes

No CBI, o foco não é apenas tratar a crise isolada. O objetivo é entender por que aquele paciente está repetindo infecções e construir uma estratégia personalizada para reduzir esse ciclo.

A avaliação considera histórico clínico, padrão das crises, uso prévio de antibióticos, impacto escolar, impacto familiar, possíveis fatores associados e indicação de imunoterapia sublingual.

Atendimento presencial em Maringá e por telemedicina para todo o Brasil.
Estratégia médica voltada à prevenção em pacientes selecionados.
Acompanhamento para ajustar condutas conforme evolução clínica.
Dúvidas frequentes

Perguntas que muitos pais fazem

Meu filho fica doente porque frequenta escola?

A escola aumenta o contato com vírus e bactérias, mas isso não explica tudo. Quando as infecções são muito frequentes, prolongadas, intensas ou exigem antibióticos repetidos, é preciso avaliar o padrão clínico com mais cuidado.

A piscina ou a natação são sempre o problema?

Nem sempre. Muitas famílias passam a evitar piscina, vento, sorvete, festa e escola tentando encontrar um culpado. Em vários casos, o ponto principal não é um único gatilho, mas uma vulnerabilidade de repetição que precisa ser investigada.

A imunoterapia substitui antibiótico?

Não. Quando há uma infecção bacteriana com indicação de antibiótico, ela deve ser tratada corretamente. A imunoterapia tem outro papel: fazer parte de uma estratégia preventiva para tentar reduzir a repetição dos quadros.

É um tratamento para aumentar a imunidade?

A proposta não é “aumentar a imunidade” de forma genérica. A imunoterapia sublingual busca modular e treinar respostas imunológicas relacionadas às mucosas respiratórias, dentro de uma indicação médica individualizada.

Todo paciente com sinusite, otite ou amigdalite tem indicação?

Não. A indicação depende da frequência das crises, histórico clínico, resposta a tratamentos anteriores, presença de doenças associadas e avaliação médica. Por isso o primeiro passo é uma consulta ou triagem adequada.

Seu filho não precisa passar a infância entre febre, antibiótico e atestado.

Se a sua família vive repetindo sinusite, otite, garganta inflamada ou infecções respiratórias ao longo do ano, talvez esteja na hora de parar de tratar cada crise como um evento isolado.

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